sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Jogo na Concepção de Vygotsky

Apresenta estudos sobre o papel psicológico do jogo para o desenvolvimento da criança.

Brinca: imaginação em ação.
Situações imaginárias : eleme4ntos fundamentais das brincadeiras e jogos.
Brinquedo: sempre comporta uma regra.
situação privilegiada de aprendizagem infantil.

Jogos de Fabrificação

Atividades manuais de criar, combinar, juntar e trnasformar objetos.
'' São quase sempre as causas ou consequências do jogo de ficção, ou se confundem num só. Quando a criança cria e improvisa o seu brinquedo: a boneca, os animais que podem ser modelados, isto é, transformar matéria real em objetos dotados de vida fictícia´´.

Papel essencial da imitação na brincadeira: '' não é considerada uma atividade mecânica ou de simples cópia de modelo, uma vez que ao realizá-la, a criança está construido, em nível individual, o que nos observaram outros.´´
Trazem questões e desafios.´´
Ao bricar, a criança constrói a consciência da realidade e, ao mesmo tempo, vivencia a possibilidade de transformá-la.
O Jogo na Concepção de Wallon

O fator mais importante para a fomação da personalidade não é o meio físico, mas sim o social.
Destacamos os aspectos emocional, afetivo e sensível do ser humano;
Afetividade: intimamente fundida com a motricidade ( desencadeadora da ação e do desenvolvimento da ação e do desenvolvimento psicológico da criança).

Tipos de Jogos segundo Wallon

Jogos funcionais
Jogos de ficção
Jogos de aquisição
Johos de fabricação

Jogos de Ficção

Ênfase no faz-de-conta;

Situações imaginárias;

Representação de papéis sociais.

Jogos de Aquisição


Empenho para compreender, conhecer, imitar canções, gestos, sons, imagens e histórias.


Concepções de Jogo Piaget

O jogo na concepção de PIAGET

As origens das manifestações lúdicas acompanham o desenvolvimento da inteligência vinculando-se aos estágios do desenvolvimento cognitivo.
Cada etapa do desenvolvimento está relacionada a um tipo de atividade lúdica que se sucede da mesma maneira para todos os indivíduos.

Jogos de Exercícios
Forma inicial do jogo na ciança;
Período sensório-motor;
Faixa etária: 0 a 2 anos;
Acompanha o ser humano durante toda a sua vida;

Características principais: repetição de movimentos e ações ( exercício de funções).
Atividade lúdica

Presente na vida do ser humano desde o nascimento;

Necessário estudos sobre os diferentes tipos de jogos que acompanham/ promovem o desenvolvimento da criança.

Tipos de jogos segundo Piaget:
Exercícios, Simbólicos e Regras

Jogos Simbólicos

 Início: aparecimento da função simbólica;
Período Pré-operatório;
Capacidade de Representação.

Jogos de Regras
'' Jogos do ser socializado´´;

Declínio dos Jogos Simbólicos e crfescente interesse pelas regras;
por volta dos 7/11 anos;

Estágio Operatório Concreto.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O PROFESSOR DEVE TER CONHECIMENTO DAS CORES TERCIÁRIAS


CORES TERCIÁRIAS

Estava fazendo estágio ano passado em uma EMEI e um aluno perguntou,que mistura de cores que dava cinza e a professora não sabia.Muitos professores não sabem as mistura de cores.E você sabe que mistura de cores quedá cinza.

As cores Terciárias são designadas desta forma, por resultarem da mistura entre uma cor primária com uma cor secundária ou pela mistura das ^três cores primárias. Não compõem o círculo cromático.


Cores terciárias
Podemos dizer que as cores terciárias são todas as outras cores, isto é, quando uma cor não é primária nem secundária, então é terciária. Obtemos uma cor terciária quando misturamos duas primárias em proporções diferentes, isto é, uma em maior quantidade que a outra; ou quando misturamos as três cores primárias, seja em proporções iguais ou não

cores secundárias


A IMPORTÂNCIA DO PROFESSOR CONHECER AS CORES PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS


Quantas cores existem? Já parou para contar? Impossível dizer... tem tantas diferentes por aí que a gente nem sabe o nome de todas. O mais curioso é que todas as cores do mundo (até as de burro quando foge) são feitas com a mistura de apenas três: vermelho, amarelo e azul – as chamadas cores primárias. Não acredita? Então, experimente misturar:
Vermelho com amarelo dá... laranja.
Azul com vermelho dá... roxo.
Amarelo com azul dá... verde.
Viu só? Misturando as três cores primárias a gente descobre mais três, as cores secundárias. E se a gente continuar combinando umas com as outras vai encontrar cada vez mais cores diferentes. Difícil é inventar um nome para cada uma delas...
  • Cores primárias: vermelho amarelo e azul.
São as cores mais puras que existem. Com a mistura delas, a gente pode criar qualquer cor. Toda pintura que você faz, sempre tem alguma das cores primárias (nem que sejam misturadas).
  • Cores secundárias: verde, roxo e laranja.
São formadas pela mistura de duas cores primárias. O verde vem da mistura de azul com amarelo. O roxo, de vermelho com azul. E o laranja, de amarelo com vermelho.


COMO ENSINAR CORES PARA UMA CRIANÇA

Autor: 
Quanto mais cedo começar a ensinar as cores a uma criança, melhor. Todas as crianças são fascinadas por cores, e é possível começar desde cedo a ensinar as cores a uma criança. Por volta dos 2 anos de idade uma criança é capaz de aprender as cores e criar as ligações no seu cérebro que a levem a identificar as mesmas. 
O conceito de cor é um conceito abstrato e, para que uma criança seja capaz de identificar uma cor, é necessário ter milhares de referências para a ajudar a chegar ao conceito.

Para ensinar uma cor mais facilmente a uma criança é melhor usar complementarmente o exemplo negativo ou seja: se mostrar uma banana a uma criança e lhe dizer que é amarela, ela pode associar a forma à palavra amarela em vez da cor, por isso, o ideal é mostrar-lhe também uma banana que não seja amarela e dizer que aquela banana não é amarela, comparando-a com a outra.
Através dos exemplos, é importante que a criança compreenda que a cor não tem forma, tamanho, não tem contornos, pode ter diferentes texturas, formatos, etc.

Quantos mais exemplos distintos da mesma cor mostrar a uma criança, mais facilmente a criança compreenderá o conceito da cor.
Outras dicas para ensinar as cores à sua criança
·         Use a palavra cor juntamente com um objeto. Por exemplo, se estiver a dizer maçã, diga: esta é uma maçã e tem a cor verde.
·         Não teste a criança antes de lhe ensinar. Antes de lhe ensinar o conceito das cores com paciência, não questione a criança sobre o assunto, isto atrasará a aprendizagem.
·         Quando ensinar as cores lembre-se que a linguagem verbal nem sempre é a ideal, pois a criança irá começar por ser capaz de apontar uma cor antes de a verbalizar.
·         No início do processo, peça à criança para juntar os objetos de uma determinada cor; se a criança não conseguir, mostre-lhe alguns desses objetos para que ela compreenda a ideia.
·         Mantenha-se pelas cores básicas: vermelho, azul, branco, preto, amarelo; mais tarde vá juntando outras cores
·          o cérebro dela se desenvolverá e mais fácil será recordar-se posteriormente. A cada semana junte uma cor nova, mas trabalhe uma cor por semana, por exemplo: faça a semana da cor verde, a semana da cor vermelha… Quanto mais repetir a cor, mais facilmente a criança será capaz de assimilar o conceito.




A MAGIA DAS CORES

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.
Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.


A PINTURA É A TRANSOFRMAÇÃO DO PENSAMENTO DAS CRIANÇAS EM FOMRAS E CORES.
A EDUCAÇÃO EM ARTE PROPICIA O DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO

A IMPORTÂNCIA DAS CORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O DESENHO É UMA FORMA DA CRIANÇA SE COMUNICAR COM O MUNDO ATRÁVÉS DAS CORES E FORMAS.
Desde muito cedo, o mundo é um campo de investigação para as crianças. Tudo vira objeto de investigação. Mole, duro, fino, grosso, macio, áspero, pequeno, grande. Os olhos e as mãos se movem rapidamente - e narizes, orelhas, cabelos, óculos, brincos, chaves e chocalhos estão entre os "alvos" prediletos. E tudo passa pela boca. Nessa fase de descoberta, cabe aos adultos sinalizar o que pode ser experimentado. Na Arte, a experimentação é fundamental e esse espírito deve ser estimulado. Sabemos que os pequenos não fazem Arte porque não têm a intenção de fazê-lo, mas o educador bem preparado pode realizar um bom trabalho. É freqüente na Educação Infantil focar os procedimentos. Ao potencializar as possibilidades de meios, suportes e ferramentas, fica mais fácil identificar marcas pessoais.

A tônica entre 1 e 2 anos é o movimento. Nessa fase, valem diversos suportes: superfícies lisas e ásperas, grandes e médias, bidimensionais e tridimensionais etc. A criançada pode pintar sobre paredes, azulejos, tecidos, plásticos... O mesmo vale para a posição: sentado, em pé, deitado, com o papel na vertical (na parede) ou na horizontal (na mesa ou na chão). Apontar as diferentes maneiras de ocupar o espaço pode contribuir para que todos se lancem em novas pesquisas.

Entre os 2 e 3 anos, os pequenos apreciam cada vez mais coordenar o prazer motor com o prazer visual, ou seja, ver o resultado de seus gestos e movimentos. Em alguns casos, eles anunciam o que vão desenhar: um super-herói, um bicho, a mãe. Isso não significa que cumprirão essa intenção. Nessa idade, o interesse está no como fazer, não no que fazer. As cores têm muitos significados e os suportes podem sugerir formas. O desenho vai se desemaranhando e a pintura passa a apresentar massas de cor separadas. O momento é de favorecer os avanços tanto em direção à figuração como à não-figuração.

Enquanto as crianças exploram, os educadores devem socializar as descobertas para que as trocas ocorram. Quando o adulto comenta o que os pequenos fazem, legitima e valoriza as conquistas, além de comunicar aos outros que eles também podem experimentar possibilidades. Os procedimentos também precisam ser considerados: ensinar desde cedo a usar a colher para comer e o pincel para pintar. Da mesma forma, a sopa serve para comer e a tinta para pintar. Nessa fase, não é bom apresentar a escova de dentes como uma ferramenta de pintura, pois a criança primeiro precisa conhecê-la em sua função original.

As propostas, na maioria das vezes, devem ser individuais, pois as crianças não trabalham em grupo, mas lado a lado. Como o processo é mais importante que o produto, está totalmente liberado fazer e desmanchar. Nem tudo precisa ser exposto, mas algumas produções podem ser colocadas em murais baixos, para revelar a importância de apreciar. As próprias crianças nos mostram como o olhar faz sentido. Hoje, a quantidade de estímulos visuais é muito grande e um modo de ajudá-las a conhecer e selecionar o que lhes interessa é criar situações de observação e conversa partindo de imagens, como reproduções de obras, fotos, vídeos, postais, slides, transparências, desenhos e pinturas infantis. Observar imagens de artistas em seus ateliês, na relação com diferentes materiais, ajuda a ampliar as referências como apreciadoras de Arte e nas produções próprias.